Pensamos que não chegariamos a Ushuaia!

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Foi em Puerto Pirâmides que tivemos nosso primeiro problema com a Kombinet, o rolamento da roda tra

Quando abrimos a roda para ver o que tinha acontecido.

Quando abrimos a roda para ver o que tinha acontecido.

seira havia ficado frouxo e fazia um barulho estranho. Em Puerto Pirâmides existe apenas um mecânico e não há lojas com peças de reposição. Apesar de ser incrível, é uma cidade bem pequena, são apenas 600 habitantes fixos e fica a 120 km de distância de Puerto Madryn.

Imagina a nossa situação e imagina o preço, por sorte o rolamento não havia se rompido e conseguimos fazer o reparo, foram 300 pesos argentinos apenas para usar as ferramentas e por algumas arruelas, pois o Rodrigo fez quase todo trabalho sozinho.

Reparar o rolamento sem ter que sair da Península foi muito bom, era recém nosso segundo dia lá e ainda tinhamos muito a conhecer. Saímos da oficina e fomos direto a pinguineira e depois a loberia, rodamos nesse dia mais de 120 km de ripio, um lindo passeio e um bom teste para o conserto.

Uma semana depois voltamos a Puerto Madryn e resolvemos trocar o rolamento antes que se rompesse, assim ficaríamos com um de reposição e sem o risco de um problema na estrada.

Comprando o rolamento novo em Puerto Madryn.

Comprando o rolamento novo em Puerto Madryn.

Em uma oficina trocando os rolamentos.

Em uma oficina trocando os rolamentos.

Uma semana depois voltamos a Puerto Madryn e resolvemos trocar o rolamento antes que se rompesse, assim ficaríamos com um de reposição e sem o risco de um problema na estrada.

Tivemos que visitar mais que quatro lojas até conseguir comprar o tal rolamento, uma peça dessa que custaria, sei lá, R$ 40,00 no Brasil custou 480 pesos Argentinos, 3x mais fazendo o câmbio. Ao todo, gastamos quase 2000 pesos Argentinos, mais o tempo que tivemos que esperar.

Nesse momento ficamos em dúvida sobre seguir ao Ushuaia ou tocar direto ao Chile. Havíamos gastado mais do que o esperado nesse pequeno conserto. Depois de muita conversa decidimos não desistir, tinhamos que chegar ao Ushuaia. Chegar ao Fim do Mundo era uma meta pessoal e geográfica. Iríamos realiza-lá, mesmo que para isso deixássemos de conhecer muitos lugares pelo caminho.

Jantar de despedida na casa dos Donatos.

Jantar de despedida na casa dos Donatos.

Nos depedindo de Martin Cofré, grande amigo!

Depedindo de Martin Cofré, grande amigo!

Não existiria “Uma Volta” se não fossemos ao Ushuaia e foi assim que levantamos acampamento de Puerto Madryn. Nos despedimos de toda a Familia Donato que nos recebeu alí e em Puerto Pirâmides, nos despedimos do Martin Cofré grande amigo, artista e Presidente do Kombi Club de Madryn e pegamos estrada.

Próximo destino Ushuaia. Saímos alegres e contentes, determinados a chegar em Ushuaia. Com rolamento trocado, estava tudo certo, pegamos a Ruta 3 e não chegamos a andar nem 15km e um ônibus nos ultrapassou dando sinal de que havia algum problema.

Mais essa !

Mais essa !

Paramos e não vimos nada, continuamos a andar e ao olhar pelo retrovisor vimos a roda traseira bamboleando. Paramos de novo, conferimos os parafusos e nada, continuava bamba. Mais essa, se não tivesse bastado o rolamento. Aí vimos que o pneu havia rasgado, menos mal que era só trocar e aí sim, estávamos prontos para seguir rumo ao Ushuaia,

                                  o Fim do Mundo.

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